O Município

Campina do Monte Alegre é uma típica cidade do interior.
Um lugar aconchegante e um povo hospitaleiro, onde a vida é tranqüila. Campininha como é conhecida já conquistou o coração de muitos turistas.

População Estimada (Fonte IBGE 2015) 5.901
População em 2010 5.567
Área da unidade territorial 185,031km²

Fundação: 19 de maio de 1991
Gentílico: monte-alegrense
Distancia da capital: 187km
Altitude: 612 metros
Hidrografia: Rio Paranapanema e Rio Itapetininga
Rodovias: SP-189

Conta a história que no ano de 1870 um garotinho com apenas cinco anos de idade caminhava encontrou uma imagem dentro de um cupinzeiro.  Assustado correu para casa e contou aos seus pais o que tinha visto, todos foram a procura, mas não encontraram nada por lá.
O garoto que se chamava Onório Gomes, voltou no dia seguinte e novamente encontrou a imagem, retirou-a do cupim e a levou para casa. Era são Roque. A família do menino resolveu então levá-la até para um armazém na beira do rio Itapetininga, onde era de costume celebrar rezas aos domingos.
A família de Onório e a família Libâneo, eram proprietários das terras onde a imagem foi encontrada e decidiram construir uma igreja no local. A primeira da região.
A capela de São Roque foi feita de pau-a-pique e coberta com folhas de indaiá. Com o passar dos anos foi ampliada, as paredes barroteadas e o teto substituído por sapé, as rezas que antes eram feitas no armazém, passaram a ser realizadas na recém construída Capela de São Roque.
O povoado se formou em torno da capela, e o local recebeu o nome provisório de Capelinha. Em 1912 o tabelião António Vieira dos Santos lavrou uma escritura de doação das terras para a formação definitiva do vilarejo, contribuíram para essa doação, Sr. José Libâneo e Sra. Maria Martins Vieira, Sr. Domingues Soares Camacho, Sr. Manoel Antunes Rodrigues, Sr. Elias Seabra de Lima e Sra. Maria Theodoro de Arruda.
A partir de então o vilarejo passou a chamar Terras de São Roque. Havia também na região outra família, a família Aranha, que diziam ser os proprietários da Terra de São Roque, devido a isso o local recebeu o apelido de “Campina dos Aranhas”.
As terras onde se fixaram os habitantes da Campina do Monte Alegre é banhado por dois Rios, o Rio Itapetininga e o Rio Paranapanema, que estão entre os únicos rios não poluídos do estado de São Paulo.
Dois lugares são privilegiados: o encontro das águas e a queda d’água. O encontro das águas acontece quando o Rio Itapetininga deságua no Rio Paranapanema ao pé de um monte, que é um marco, pois é avistado de todos os pontos do povoado. Por isso os moradores decidiram mudar o nome da cidade e incluir o monte nesse novo nome, parp_antiga_02a eles o monte era motivo de grande alegria, embelezava a cidade: o nome de Campina do Monte Alegre.

Campina do Monte Alegre foi emancipada por uma Comissão Presidida por Jorge Alberto Ferreira em 19 de Maio de 1991.

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 HINO – CAMPINA DO MONTE ALEGRE

(Gustavo Bueno dos Santos)

De uma imagem surgiu sua históriaTN500_campina-do-monte-alegre

De um povo de garra e fé

E um passado de luta e de glória

Fez nascer o que hoje tu és

Nossa Campina do Monte Alegre

Nosso berço de felicidade

Sua gente trabalhando avante segue

Sempre em busca da properidade

Hoje esta cidade é pujança

Verdadeiro celeiro sem par

Que nos faz conservar a esperança

REFRÃO

De um viver muito bom salutar

Oh, querida Campina, menina

Meu coração a ti pertence

É tão grande este amor que fascina

O filho Campinomontealegrense

E nas cores de sua bandeira

Encarnada, alva e anil

É cidade amiga e hospitaleira

Um orgulho para o nosso brasil

Hoje esta cidade é pujança

Verdadeiro celeiro sem par

Que nos faz conservar a esperança

De um viver muito bom, salutar

Os teus rios imponentes correntes

Um capricho da mãe natureza

Proporcionam aos teus visitantes

Um cenário de rara beleza

Suas terras nos trazem fartura

É regado com suor o teu chão

Nas escolas semeando a cultura

Este é o nosso querido rincão;

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